"Eu te busco de todo o coração; não permitas que eu me desvie dos teus mandamentos." (Salmo 119:10)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Sobre frequência afetiva.

Ilustração de Blanca Gomez

Tudo começou com a leitura deste texto: Frequência afetiva, qual é a sua?

Há uma frase no meio do texto em que ele resume o conceito de frequência afetiva:
"A ideia de “frequência afetiva” a meu ver envolve muito de aceitar o que o outro tem pra te oferecer, mas principalmente o que ele não tem."

Outra parte do texto que me chamou bastante atenção foi a seguinte:

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Rubel

Dai glórias porque Sua criatividade foi dada a todos! Inclusive a Rubel.

Descrevo Rubel como: calma, delicadeza, sensualidade, beleza e sensibilidade. Pense num álbum gostoso de se ouvir enquanto come, antes de dormir, para brincar com seu bebê, enquanto se arruma, para pensar na vida... Rubel está bem encaixado. É uma tranquilidade com o peso de palavras e orações tão bem feitas e tão sinceras. Uma voz doce sem deixar de ser masculina.




 "Lança o barco contra o mar, venha o vento que houver e se virar, nada. Pega a mala que couber, roda a estrada sem saber, e se perder, calma..."


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Opinião: não se traia

Isabella's Garden - Daniel DelOrfarno

Não se traia quando estiver com vontade de mais uma vez assistir aquele filme. Não se traia quando quiser comprar aquele livro, que é piegas, que é sobre uma banda que só você gosta, que é caro, que é para dar de presente. Não se traia.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A psicologia uma sedução, e eu caí nela.

The Great Seduction, Darwin Leon


Um dia você sai de casa despretensiosamente, na verdade, no fundo, você tem esperança de que algo incrível aconteça em só mais uma noite que você sai com os amigos ou só amigas. E aí você se senta na mesa de um barzinho, e numa outra mesa, ali ao lado, um homem charmoso te olha, sério, um olhar reto, sorri com canto de boca.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Entre quatro paredes e aos gritos


É assim que me sinto aqui em casa. Cada dia mais complicado.
Eu não sou uma pessoa maravilhosa também. Não sei fazer coisas domésticas, sou até mesmo preguiçosa para isso, reconheço. Acho que, em casa, este é o meu principal defeito. Meu irmão diz que eu não presto para nada, que sou uma tapada, inútil, e, bem, é melhor nem pensar ou escrever no que eu penso a respeito dele o quanto ele ajuda (só que não mesmo) na harmonia em casa, pois as frases e expressões que tenho são bem piores.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Mantê-lo.







Perder a respiração,
Perder a cabeça,
Perder a razão,

Pedir o perdão.

Perder o senso,
Perder os lenços
E os documentos,

Manter o sentimento.

Perder a curiosidade,
Perder a vontade,
Ficar com saudade.

Perder a vergonha,
Perder a moral,
Perder a promessa,
Perder a festa...

Manter o amor.
Manter o abraço.
Manter o desejo.
Manter o respeito.
Manter o segredo.
Mantê-lo perto.

Steffi de Castro. 27/12/2014

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

natal em família


A noite de 24 para 25 foi só mais uma noite, é óbvio que ela é muito significativa para mim, eu não esqueço o porquê do Natal. Eu sempre me recordo de que esta data simboliza o nascimento de Jesus, meu Senhor e Salvador. Gostaria de sempre festejar os natais, mas nem sempre acontece. Na minha casa mesmo, meu núcleo familiar, só houve ceia uma vez, eu sempre vou para a casa da minha avó e teve épocas que eu nem lá eu passava, eu ia para casas de primos ou amigas. Bem, eu cresci. Eu cresci e não vejo mais sentido em passar natal se não for com minha família. Ano passado eu passei com a família do meu namorado, este ano, nem isso. Fiquei em casa, assisti "Chicago" (2002), ouvi muita coisa e enfim dormi, esperando ansiosamente pelo dia seguinte: o almoço de natal da minha família.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Fazer outras coisas

Daquelas que quer fazer outra coisa da vida. Fazer outra coisa da vida. Só ler, escrever, escrever para crianças, aprender uma nova língua, voltar a dançar, dançar bem como antes, aprender a plantar, sorrir mais... Ter mais tempo para visitar as amigas, mais tempo para fazer novos amigos, curtir o namorado, ouvir mais música, trabalhar, viajar... Fazer o que gosta :)

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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Um ano de namoro.

Quebrados, perdidos, desiludidos, livres, loucos, mas não leves, pesados, cheio de risos e cheio de mágoas, por dentro maltratados e por fora dois virados.

Foi assim que nos encontramos, de verdade, nos encontramos, tanto um ao outro quanto a nós mesmos. Apesar de tudo ter começado de um jeito não tradicional e confuso, para mim, para você, agora parece tudo tão alinhado, do nosso jeito alinhado. Eu acho que tinha que ser assim mesmo. Nos conhecemos em nossas piores fases. E muitas lágrimas foram derramadas por causa disso. É bom ver, sentir, como cada palavra dita com sinceridade foi nos curando. Na verdade, eu acho que Deus usa a nossa união para nos ajudar, individualmente mesmo. Pelo menos por um tempo, até nos tornarmos Um.

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Rascunhos de um (re)começo.

Por que "(re) começo"? É um começo, na verdade, porque é tudo novo, mas é um (re) começo para mim, porque isso está, de fato, me fazendo repensar a maneira como lido com essas coisas, recomeçando a sentir.


20.11.2013

Discussões, diversão, trancos e barrancos e um texto de quase duas páginas pra reclamar de tudo, aí, depois de tudo errado, parece que a coisa caminha enfim. Confesso que estou meio confusa, mas foi dada a largada. Dia 18/11/2013 (faltando um dia pra completar um mês de rolo) (uma pergunta: porque mulher gosta de data? rs) conversamos, decidimos fazer a coisa do jeito certo, se quisermos que dê certo, se for da vontade de Deus que dê certo.

Hoje é dia 20. Não há muito o que falar, as coisas estão correndo bem... Eu é que às vezes não sei se eu mesma estou bem. Fico pensando que, se a coisa ficar séria mesmo, será que vou conseguir viver isso de novo? Bem, primeiro, eu penso, não vai ser "isso de novo", com certeza será tudo diferente porque eu sou uma outra pessoa e ele também... Mas e os protocolos? E tuuudo o que sempre tem? Será que eu ainda sei? Lembrando: não estamos namorando.

Tini


Falar pelo, no lugar ou do lugar do outro

Falar no lugar do outro é diferente de falar pelo outro que é diferente de falar do lugar do outro. Na primeira, a impressão que temos é que alguém tomou a nossa vez e agora está falando. Falando no lugar do outro, no meu lugar, na minha vez. Talvez de coisas minhas ou não. Falar pelo outro é me achar o próprio outro e falar por ele, ou então, ser permitido a fazer isso devido a alguma circunstância. Falar do lugar do outro é diferente. Eu me coloco no seu lugar, para saber qual o seu contexto, sinto na pele, te ouço primeiro, então falo. Falo do seu lugar, e não do meu, que é pra evitar maiores problemas e desentendimentos.

Foi assim que organizei as coisas que aprendi hoje. Temos sempre que tomar cuidado e sempre nos perguntar: estou falando no lugar dele, por ele ou do lugar dele? Como se já não bastasse esta questão que por si é delicada demais, ainda tive que me haver com outra situação: além de falar no lugar do outro e pelo outro, falar algo que o outro não disse.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O que me move?


É assim que me sinto. Um poço de irresponsabilidade. Eu não consigo fazer tudo o que me proponho a fazer, isso é um fato. Minha postura diante desta situação é diferente de algumas pessoas que sabem disso, mas ainda assim tentam abraçar o mundo com as mãos. Eu sei disso e sempre me proponho a fazer menos coisas. Isto é bom por um lado, porque não gero expectativas em ninguém e não saio por aí atropelando minha vida que faço questão de tentar levar leve e simplesmente (tentar...), mas sei que se eu tivesse um pouquinho mais de responsabilidade, vontade, entusiamos, coragem?, eu sei que poderia fazer muito mais. Todos dizem que sou comunicativa e que tenho espírito de liderança, apostam em mim e em algum momento eu decepciono. Mas por que não consigo ser mais responsável?

domingo, 17 de agosto de 2014

Gosto do que é nosso!


Nunca fui muito de assistir contos de fadas. Não me lembro dos filmes da Disney na minha casa, e, na minha adolescência, romance... ieca! Eu não queria. Meu primeiro namorado, coitado, ficou com medo de comprar rosas para mim porque não sabia se eu ia gostar (até hoje eu não sei se vou gostar, acho que vou, mas mais pelo momento do que pelas rosas em si). Depois, no meu segundo namoro, mais sério, mais longo, mais complicado, eu vivi isso de romancezinho, paixão, até que um dia cansei dessas coisas. Aí fiquei solteira! IUHUUUUUU! Só que não. Foi um tempo muito bom de pensar em tudo quanto foi coisa, sofrer para caramba, descobrir meus podres limites e até fazer teste no facebook com status de relacionamento aberto eu fiz e me rendeu este texto aqui. Enfim, foi um tempo de descoberta de muitas coisas de mim, inclusive descobri que preciso descobrir algumas coisas. Um dos primeiros pontos onde comecei a me questionar foi minha feminilidade e a ideia que as pessoas têm deste conceito: eu não me encaixo, embora eu acredite, e defenda este ponto de vista lindo que é o meu -> não é que eu não seja feminina, é que eu sou feminina do jeito que eu sou :)

Então... Ah, o amor!Os relacionamentos? Como eu, mulher, penso nisso? Tenho fama de bruta, sabe? Não sou princesa (mas talvez até já possa ser, afinal, Valente tá aí pra isso!), sou mulher, real! Eu já cresci desacreditada desse lance de "romance frufru" e quando eu mais quis, menos recebi, agora, penso eu, cheguei num equilíbrio: ganho o que mereço (quando menos espero) e o que eu quero. Isso, graças a Deus, não porque eu coloquei regras, mas porque encontrei alguém como eu em 85% das coisas.  Descobri do que gosto. Gosto disso aqui ó:

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Se é preciso manter distância, então que seja.



Chegou um tempo onde os risos, as piadas não faziam mais tanta graça para mim, onde, como conclusão de uma conversa com uma pessoa amiga, aquilo tudo exercia influência demais sobre mim, mas eu não exercia influência nenhuma.

domingo, 6 de julho de 2014

Coração pra secar

Tem dias que eu quero ser mais doce, que eu quero saber gritar pra todo mundo o que eu sinto, como há um tempo eu fazia. Ridiculamente eu fazia. Aí é que tá. Hoje eu acho ridículo. Por que se tornou ridículo fazer isso? Que imagem eu quero sustentar? Nem sei mais se é questão de imagem ou se é do que eu quero.