Morena era jovem, dezesseis anos, magrinha, mas carnuda, seios crescendo, sorriso largo, cabelos compridos e castanhos, com pequenas ondas nas pontas, sobrancelhas bem finas, lábios grossos, e apesar de Morena, era branquinha. Pele macia e boa de bronzear, diferente das demais branquinhas não ficava avermelhada, mas com um dourado que realçava os seus olhos, ora verdes, ora acinzentados, perfeitos para quem mora numa cidade de interior: o sol rachando, a terra em alguns cantos ainda vermelha, os rios de tons verdes acompanhando os caminhos, as árvores aqui frondosas ou ali quase mortas, com olhos que não se sabe de que cor são e que podem ora ser da cor da água que acompanha a travessia, da cor do céu ou da cor que quem olhar, quiser.
Morena não tinha grandes aspirações, aos dezesseis anos pensava apenas em terminar o ensino médio e o que quer que aconteça depois seria lucro. Não passava muito tempo pensando nessas coisas, apesar de não levar uma vida relativamente corrida para não ter tempo ou ter medo, simplesmente não pensava. Aos dezesseis anos não se precisa pensar nessas coisas, haverá tanto tempo e pressão para se pensar nelas, que é melhor Morena aproveitar este tempo de ócio e descobertas com coisas bobas e ao mesmo tempo importantes.
Morena não tinha grandes aspirações, aos dezesseis anos pensava apenas em terminar o ensino médio e o que quer que aconteça depois seria lucro. Não passava muito tempo pensando nessas coisas, apesar de não levar uma vida relativamente corrida para não ter tempo ou ter medo, simplesmente não pensava. Aos dezesseis anos não se precisa pensar nessas coisas, haverá tanto tempo e pressão para se pensar nelas, que é melhor Morena aproveitar este tempo de ócio e descobertas com coisas bobas e ao mesmo tempo importantes.
